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| André Schu preside o Índio Capilé e Claudemir Dias da Costa comanda o Noia |
Novo Hamburgo/São Leopoldo (RS) - A partir desta semana o presidente André Schu começa definir
o futebol profissional do Aimoré para a disputa do Campeonato Gaúcho de 2016. Uma
das decisões a serem tomadas pelo presidente é em torno do nome do treinador
que comandará o Índio Capilé no ano quem vem. Já o Novo Hamburgo ainda precisa
definir quem será o novo presidente do Conselho Deliberativo, e se o Claudemir
Dias da Costa, atual presidente, irá ou não renunciar.
Nota do editor: Alô amigos! Para ser dirigente de futebol,
ainda mais em clube do interior, tem que gostar muito. Afinal, dia a após dia
tem que estar correndo atrás de dinheiro para pagar dívidas. O presidente André
Schu tem todo um Gauchão pela frente, precisará se redobrar para não
ultrapassar uma folha de R$ 200 mil por mês. Sem contar a cobrança dos
torcedores e imprensa por resultados positivos. E ainda não pode passar nem
perto da zona do rebaixamento. E o clube de São Leopoldo já adiantou cerca de
R$ 500 mil da verba da TV do ano que vem. Será que o André Schu consegue dormir
com tranqüilidade tendo este abacaxi para descascar? Não é muito diferente do
outro lado do Rio dos Sinos, no Novo Hamburgo. De acordo com informações de
bastidores o Noia tem uma dívida de aproximadamente R$ 1 milhão. Quem assumir
este pepino terá que administrar esta dívida, contratar jogadores e quem sabe
treinador, sem que a folha salarial seja mais de R$ 200 mil. Lembrando que o
Novo Hamburgo também antecipou R$ 500 mil do Gauchão 2016. Claudemir me disse
que está com problemas de saúde, e pode ter certeza que estes problemas
aumentaram depois que ele sentou na cadeira de presidente do Noia. Sinceramente,
se agir com a razão não se faz futebol no interior. Eu estou quase desistindo! Por isso, tiro o chapéu
para estes dirigentes!
